quarta-feira, 22 de setembro de 2010

MEU CURRICULUM VITAE

DADOS PESSOAIS


Nome: Ivanete Nunes de Oliveira
Endereço: Rua Ernestino Veiga, nº. 40. Bairro Centro.
Cidade: Paulo Jacinto – Alagoas
CEP: 57740-000
Data de Nascimento: 23/02/1967
Naturalidade: Palestina – SP
Nacionalidade: Brasileira
Estado Civil: Solteira
Sexo: Feminino
Profissão: Professora
Fone: 9614-5001
Email: ivanetenunespj@yahoo.com.br


1. Título Acadêmico
Titulo Acadêmico:
Graduação em Licenciatura em Letras. Universidade Estadual de Alagoas, UNEAL Palmeira dos Índios, Brasil.
Monografia apresentada: Título: A Escrita na Internet: O internetês e seus aspectos morfológicos e lexicais.

2. Cursos Ministrados
• Professora formadora do Programa Brasil Alfabetizado. 2008. (Letramento na alfabetização de jovens e adultos), pela Associação dos Educadores de Paulo Jacinto – AEPAJ.

• 2006 a 2007 – Docência da disciplina Língua Portuguesa no Curso Preparatório Pré-Vestibular da Escola Estadual José Correia Fontan.

Aulas Publicadas:

• Aulas publicadas no Portal do Professor. MEC. Títulos:
“O QUE EU TENHO A VER COM A CORRUPÇÃO?”
“MESTRES DA LITERATURA”

Exercício no Magistério:
Secretaria Municipal de Educação de Paulo Jacinto
Lotação: Escola Municipal Souza Barbosa
Cidade: Paulo Jacinto
UF: AL
Função: Professora
Admissão: 01/02/1993
Carga Horária: 25 h
Função Desempenhada: Professora de Língua Portuguesa (5ª a 8ª séries)
Período de trabalho: 1993 a 2004
• Professora de Língua Portuguesa no Programa Telecurso 2000 (Educação de Jovens e Adultos)-Escola Municipal Souza Barbosa.
Período: 2001 até outubro de 2003.

• Escola Estadual José Correia Fontan Professora Monitora de Língua Portuguesa no Ensino Médio.
Período: Outubro de 2006 a outubro de 2008

• Monitora de Língua Portuguesa no Ensino médio desde março até os dias atuais.

3. Premiação
• 2007 2º lugar nacional no 3º Concurso do ECA (Estatuto da Criança e do adolescente), organizado pela Rede Telefônica e Rede Solidária em São Paulo.

Capítulo de Livro Publicado
• OLIVEIRA, I. N.: Autores, Vários. Do Silêncio ao Sorriso In: Fundação Telefônica. (Org.). Causos do ECA:Histórias de Todos Nós. O Estatuto da Criança e do Adolescente no Cotidiano. São Paulo. Fundação Telefônica, 2007, v. p. 85 a 89.

Apresentação de Projeto:
• Inserindo a TV e o Vídeo na sala de aula no Encerramento da Formação Continuada em Mídias – 3º oferta
Auditório CSAU / UFAL em 22/08/2009

Cursos
• Curso: Português, texto, redação criativa e linguagem.
Critica. Editora arco-íris. 4 horas
Realização 25/11/1995

• Curso de Extensão TV Escola e os Desafios de Hoje. (Carga horária: 180 h).
Universidade Federal de Alagoas – UFAL
Realização: 18/10/2001 a 11/05/2002

• Curso de Capacitação em Educação Ambiental
Entidade: Instituto Fênix de Pesquisa e Desenvolvimento Sustentável
Período: 28/01/2002 a 01/02/2002
Carga horária: 40 horas

• Curso: Encontro de Planejamento Educacional (PROMUAL)
Entidade: Universidade Federal de Alagoas – UFAL
Período: 29/02/2001 a 31/02/2001
Carga horária: 24 horas

• Curso de Formação Continuada para Professores na Modalidade Ensino Fundamental
Entidade: Técnicas Educacionais Planejamento Administrativo LTDA – TECPLAN
Período: 22/10/2002
Carga horária: 40 horas



• II Ciclo Filosófico da Faculdade São Tomás de Aquino (FACESTA)
Conferências e Minicursos
Fundação Educacional Dom Fernando Iório Rodrigues (FERIR) e Facesta
17/05/2004 a 21/05/2004
Carga horária: 40 horas

• Estratégia Metodológica na Escola Ativa: (Carga horária: 40 h). Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.
Realização: 27/11/2006 a 30/11/2006
Barra de São Miguel – AL


• Formação Continuada Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN em Ação)
Entidade: Prefeitura Municipal de Paulo Jacinto – AL
Período: Fevereiro a julho
Carga horária: 48 horas

• Curso – Projeto de Extensão: Pró-Letramento em Matemática.
Período de realização: 13/03/2007 a 19/10/2007
Carga horária: 120 horas
Universidade Federal do Espírito Santo.

• Curso- Programa mídias na Educação – Ciclo Básico 3ª oferta.
Universidade Federal de Alagoas – UFAL
Carga horária:120 horas período:2008

- Curso: Projeto de Intervenção Pedagógica em Língua Portuguesa
Carga horária: 40 horas Período: 27 a 30/05/2008
-CE/CEMED
-CENFOR-Maceió-AL



Curso: Programa de Formação Continuada para Gestão da Aprendizagem em Língua Portuguesa.
GESTAR II-MEC/SEE/SEMEDS
Período: Maio de Novembro de 2009 Carga Horária: 300 horas

Curso de Extensão: Programação de Formação Continuada em Mídias na Educação-Ciclo Intermediário.
Universidade Federal de Alagoas-UFALPeríodo: 2009 Carga Horária: 120 horas

4. Atividades de Administração
• Diretora adjunta Noturno da Escola Municipal Souza Barbosa com 25 horas.
Inicio: 09/01/2009

• Coordenação Pedagógica do Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série.
Período: 2005 a dezembro de 2008

-Cursando atualmente Pós-Graduação em Psicopedagogia Institucional.
Faculdade de Educação e Comunicação-FECOM
CESMAC.
Início: 2010


____________________________________________
IVANETE NUNES DE OLIVEIRA





PAULO JACINTO – AL

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Comentário sobre o meu conto:DO SILÊNCIO AO SORRISO

“A educação é direito de todos e
dever da família e do Estado”, rezam a
Constituição e o ECA. Fazer valer esse
direito, no entanto, não é algo simples e
nem fácil. Entre as situações de risco em
relação às quais crianças e adolescentes
devem ser “colocados a salvo” destacam-
se a “negligência, a discriminação,
a violência, a crueldade e a opressão”.
Nos casos dos adolescentes em conflito
com a lei, em razão do cometimento de
ato infracional, esse elenco de violações
parece funcionar de forma orquestrada
e subjacente, e não de modo ostensivo
e proclamado aos olhos da sociedade.
Na verdade, quando falamos de
casos como o de João, não estamos falando
apenas de discriminação; estamos
falando de um conjunto mais
amplo de violações aos direitos. A discriminação
funciona como a condutamãe
das demais práticas violadoras,
cujo resultado é a inviabilização escolar
de vidas ainda em seu início.
O ato infracional – principalmente
aquele cometido com violência ou
grave ameaça à pessoa – tende a gerar
um clima de insegurança na população,
fazendo com que se desencadeiem
sobre seus autores mecanismos diretos
e indiretos, conscientes e inconscientes
de segregação. Daí a compreensível
dificuldade da escola em lidar com
esses casos. Afinal de contas, qual educador
– em sua formação básica ou em
seu treinamento em serviço – foi preparado
para isso?
Daí o caráter exemplaríssimo do
causo de Ivanete Nunes de Oliveira, de
Paulo Jacinto (AL), chamado de “Do
silêncio ao sorriso”, em que ela nos
narra sobre como foi possível a uma
comunidade escolar, atuando de forma
articulada e conseqüente, enfrentar e
vencer o desafio de incluir na escola,
na comunidade e na vida social mais
ampla um jovem que tinha tudo para
ser mais um abandonado pelo sistema
oficial de ensino.
É interessante observar que Ivanete
não passou por cursos de capacitação
e de especialização sobre o ECA. Ela éuma professora com a mesma formação
dos demais. Qual foi, então, o seu
diferencial? Ela compreendeu – muito
mais que a letra – o espírito da lei. Foi
assim que procurou “apoiar-se nas
suas próprias forças, nas forças dos
que estavam com ela (equipe) e na
força das circunstâncias” para fazer
com que as conquistas do estado
democrático de direito funcionassem
em favor de João.
A história de Ivanete e João é –
como diz o Relatório Jacques Delors a
respeito da educação – “um tesouro a
descobrir”. Mais do que competência
técnica, este causo é um exemplo de
compromisso ético e de vontade política
no propósito de defender e promover
o novo direito da infância e da
juventude no Brasil.
Que a mestra alagoana deixe de ser
a exceção de hoje para ser a regra feliz
de amanhã em nosso sistema de ensino.
Obrigado, professora Ivanete, por
esta lição de cidadania.
Antonio Carlos Gomes da Costa é pedagogo,
presidente da Fundação Antonio Carlos
e Maria José Gomes da Costa e da empresa
de consultoria Modus Faciende. Foi oficial
de projetos do Fundo das Nações Unidas
para a Infância (Unicef) e da Organização

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

MEU TCC

8. Ivanete nunes de Oliveira. A escrita na Iternet: o internetês e seus aspectos morfológicos e lexicais.. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Letras) - Universidade Estadual de Alagoas. Orientador: Pedro Antonio Gomes de Melo

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

EU E O MANDACARU


EU E O MANDACARU

Parece estranho? Mas não é !

Quando estou viajando todos os meus sentidos se voltam a admirar as paisagens; sejam elas matagais , flores ,rios ,enfim,toda a natureza.. Todos correm velozes como a velocidade do carro aos meus olhos.Tudo passa . No entanto, há uma que fica,insistindo,enraizada em meus olhos, na mente e no coração como um flash ou um set de filmagem através de uma profunda reflexão e contemplação.Nesta hora ,até as orquídeas e as flores  tropicais perdem para o esplendor do mandacaru.
O fato é que ,quanto mais o carro se distancia ,quilômetros após quilômetros ,ele , o mandacaru está lá em minha mente :imponente, majestoso e verdinho contrastando com o  sol escaldante e inclemente  resistindo a dureza dos rochedos e a aspereza da  terra ressequida.

Sendo ele um cacto arbóreo da caatinga e sobrevivente de longas e íngremes secas,como pode possuir tanta beleza ?
Muitas vezes só ele está ali decorando o ambiente,esbanjando elegância ,passividade e charme .
Penso muito,por quê o mandacaru se volta para as minhas reflexões?  Será por que o pensamento e a imaginação são os grandes senhores das construções humanas  ?
Por todo o percurso da viagem que resta ,vem  a  seguinte constatação:o mandacaru é uma metáfora de muitos seres humanos que em meio as agruras da vida –sofrimento,pobreza ,desprezo –continuam ali :de pé ,corajosos,lutando ;não importando o calor do sol,a secura da terra ,as tempestades, a dureza das rochas.
As cicatrizes deixam marcas e choramos. O mandacaru  quando cortam seus espinhos derrama o visgo como se fossem lágrimas .Ora,os espinhos são para enfeitá –lo ... as adversidades pelas quais passamos, são para deixar-nos mais fortes.
A flor que brota em meio aos espinhos são para mostrar a beleza da vida  como as conquistas e vitórias que conseguimos após lutas e caminhadas.

IVANETE NUNES DE OLIVEIRA

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

POESIA :LUANA_----minha filha.

LUANA
LUANA da minha rua
Tirando -NA- fica LUA
A LUA ilumina a minha rua e a tua..
Se a LUA é sua por que ela está a iluminar a minha rua ?
Um beijão a  LUANA  , a LU , a LULY , a  LULICA  ou  a LUA ?

IVANETE

Por que perdemos ?

A ira de se indignar.
A tenacidade de se inconformar.
A felicidade de amar.
A alegria de sorrir.
A triteza de chorar.
A bondade de acariciar.
A pressa de chegar.
A leveza de se encontrar.
A emoção de voltar.
A capacidade de questionar.
A ilusão de sonhar.
A necessidade de se solidarizar.
A  filosofia de refletir.
A agilidade de caminhar
A utopia de mudar
A clarividência de enxergar.
A agucidade de escutar.

 Por que perdemos??


Autor:Carlos Alberto da silva

domingo, 5 de setembro de 2010

TU ÉS PEQUENINA TU ÉS FORMOSA PAULO JACINTO............

IPREMIAÇÃO EM SÃO PAULO:grandes momentos,inesquecível!!!!!!

Composição: Shania Twain/Lange



FRON THIS MOMENT

(I do swear that I'll always be there

I'd give anything and everything and I will always care

Through weakness and strength

Happiness and sorrow,

For better, for worse,

I will love you with every beat of my heart)





From this moment life has begun

From this moment you are the one

Right beside you is where I belong

From this moment on





From this moment I have been blessed

I live only for your happiness

And for your love I'd give my last breath

From this moment on



I give my hand to you with all my heart

I can't wait to live my life with you, I can't wait to start

You and I will never be apart

My dreams came true because of you





From this moment as long as I live

I will love you, I promise you this

There is nothing I wouldn't give

From this moment on





You're the reason I believe in love

And you're the answer to my prayers from up above

All we need is just the two of us

My dreams came true because of you





From this moment as long as I live

I will love you, I promise you this

There is nothing I wouldn't give

From this moment

I will love you as long as I live

From this moment on.

MEUS LIVROS SIGNIFICATIVOS


As várias possibilidades para o clássico machadiano: Dom Casmurro e suas indagações


Capitu traiu Bentinho?É um romance psicológico e abre um leque enorme de interpretações.

Trabalho do primo e compadre EDMILSOM

sábado, 4 de setembro de 2010

QUEM É ????????????????????????????

Senhor das palavras? Simplicidade e modéstia?Mestre das palavras? Sinônimo de dicionário?Uma lição antropológica? Quem é?  Ainda não  adivinhou? Filológo? Lexicógrafo?  Então não sabe? Precisa conhecer!
contista?
Ah! é  AURÉLIO BUARQUE DE HOLANDA? Este ano comemoramos o seu cetenário de nascimento.Nossa escola --Estadual José Correia Fontan -deu um show em pesquisas,apresentações de seminários sobre AURÉLIO BUARQUE .Fizemos tele-jornal em sala,escolinha,mesa-redonda,cordel,poesias,acróstico,peça de teatro baseada no conto O CHAPÉU DE MEU PAI de AURÉLIO e produções de textos.

Ah! também teve pesquisas em seu dicionário sobre:gírias,estrangeirismos,regionalismos e linguagem popular.Meus alunos do ensino médio deram um show.

Comunidade Virtual Escrevendo O Futuro

Participem professores:É muito bom para professores de ´Língua Portuguesa. Podem se cadastrar todos os interessados no ensino da lingua portuguesa na perspectiva dos gêneros textuais.É tudo que um professor  de lingua portuguesa pode ter para preparar suas aulas.

Aula publicada no Portal do Professor MEC

Mestres da Literatura


Autor e Co-autor(es)

Autor Ivanete Nunes de Oliveira PAULO JACINTO - AL ESCOLA ESTADUAL JOSE CORREIA FONTAN

Estrutura Curricular

Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema

Ensino Médio Língua Portuguesa Produção, leitura, análise e reflexão sobre linguagens

Ensino Médio Literatura Literatura brasileira, clássica e contemporânea: criações poéticas, dramáticas e ficcionais da cultura letrada

Ensino Médio Língua Portuguesa Relações sociopragmáticas e discursivas

Ensino Médio Literatura Estudos literários: análise e reflexão

Ensino Médio Língua Portuguesa Gêneros discursivos: narrativo, argumentativo, descritivo, injuntivo, dialogal

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula

Aquisição de cultura de outras gerações; Reflexão e questionamento, uma vez que os romances Machadianos são psicológicos; Gosto pela leitura, que nos faz refletir, viajar...

Duração das atividades

Uma seqüência de 6 aulas.



Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno



Estratégias e recursos da aula

DVD – disponível na Escola Estadual José Correia Fontan



Mestres da Literatura

- Machado de Assis: um mestre na periferia. Documentário – 30min.

- Ensino Médio



Justificativa:

Neste ano de 2008 Machado de Assis é homenageado pelo centenário de sua morte. No documentário é descrita a biografia, bibliografia, cenas de alguns de seus romances e comentários de alguns críticos sobre o maior escritor brasileiro até a atualidade.



Objetivos:

Ampliar a capacidade literária através de diversas leituras audio-visuais.

Perceber no documentário a biografia, bibliografia, o perfil literário, depoimentos de alguns críticos sobre o referido autor e Cenas de Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas.



OBS.: Antes de expor o vídeo obedeci às seguintes possibilidades, de acordo com a perspectivas de José Manoel Móran:

Leitura Funcional (escolha de algumas funções ou tarefas para os alunos desenvolverem após assistirem o documentário).

Foram Tarefas Opcionais:

Resumo do documentário;

Anotação das palavras chaves;

Caracterizar personagens;

Reconhecer os recursos sonoros utilizados;

Fazer um relatório sobre o assunto;

Identificar a relação entre som e imagem;



Exposição do Vídeo:Documentário Machado de Assis: um mestre na periferia. (30 min).

OBS.: Após exibição do vídeo:



Leitura Concentrada (utilização de inferências- reflexão e questionamentos implícitos):

O que lhe chamou mais atenção neste documentário? A imagem? O som? A música de Capitu? Ou as palavras?

Que relação a Música “Capitu”, de Zélia Duncan, tem a ver com o romance?

Quais as cenas mais importantes? Por que?

Que relação pode ser estabelecida entre o que vocês assistiram e a nossa vida?



Leitura Globalizante

Quais os aspectos positivos ou negativos no documentário?

Quais as idéias principais?

O que vocês mudariam?

O que vocês acrescentariam hoje?



Análise da forma e do conteúdo

Como é feito esse documentário? O que lhes chamou a atenção visualmente?

O que destacaria nos diálogos, na crítica e nas músicas?

Como são apresentados a justiça, o trabalho, o amor, o mundo e a cultura passada?

Que valores são afirmados e quais são negados pelo programa?





Recursos Complementares

Vídeo – Documentário : Mestres da Literatura (DVD TV-Escola n° 18); Cópia da Música “Capitu”, de Zélia Duncan; Livros: Dom Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cubas; Contos: Um apólogo e A Cartomante.

Avaliação

Avaliação Para avaliar a aprendizagem e a visão crítica sobre o documentário, pedir aos alunos que façam dramatizações, poesias, cordéis e um júri para responder ao questionamento: Capitu traiu ou não traiu? Também analisar as tarefas da leitura funcional. Opinião de quem acessou

Sem estrelas 0 classificações



Excelente Cinco estrelas 0/0 - 0%

Ótimo Quatro estrelas 0/

Aulas publicadas no Portal do Professor MEC

O que você tem a ver com a corrupção?


Autor e Co-autor(es)

Autor Ivanete Nunes de Oliveira PAULO JACINTO - AL ESCOLA ESTADUAL JOSE CORREIA FONTAN

Co-autor(es) Estratégias e recursos da aula

Estrutura Curricular

Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema

Ensino Médio Língua Portuguesa Recursos lingüísticos em uso: fonológicos, morfológicos, sintáticos e lexicais

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula

Noções de ética,cidadania,produção de textos,formar opinião,argumentar enfim,dissertar

Duração das atividades

Uma sequencia de de 5 aulas



Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Verificar quais os conhecimentoes prévios que o aluno já possui sobre corrupção

Estratégias e recursos da aula

-Sensibilização



Textos da revista Mundo joven



-Estudo dirigido sobre os textos



-Comentários



-Exposição do Vídeo da CGU -Controladoria geral da União



-Reflexão e questionamento



-Produção -redação dissertativa



-Seleção e comentários -crreção



Recursos Complementares

Vídeo da CGU Revista Mundo Jovem

Avaliação

Observação Participação Produção das dissertações Opinião de quem acessou

Sem estrelas 0 classificações



Excelente Cinco estrelas 0/0 - 0%

Ótimo Quatro estrelas 0/0 - 0%

Bom Três estrelas 0/0 - 0%

Regular Duas estrelas 0/0 - 0%

Minha poesia predileta

Eu canto porque o instante existe
e minha vida está completa
Não sou alegre nen sou triste
Sou poeta.

.......................

CECÍLIA MEIRELES

MOVIMENTO POR UM BRASIL LITERÁRIO

Participo do Movimento por um Brasil literário. Trata-se de um movimento em busca da expansão e do acesso à literatura, mecanismos importantes para proporcionar educação e melhorar o cenário educacional brasileiro.

Um maior incentivo aos professores de língua portuguesa a fim de que eles pudessem sair outro horário para ler para as crianças numa praça, num parque,numa creche seria uma política educacional enriquecedora e educativa. Do mesmo modo, o incetivo para contar histórias também para idosos em leitos de hospitais e presídios. Enfim ,precisamos de movimentos que nos ajude a realizar essa magia que é a leitura.

Sugiro que todos participem e fortaleçam esse movimento.

Do Silêncio ao Sorriso

ESTE TEXTO GANHOU O 2º LUGAR NO 3º CONCURSO CAUSOS DO ECA EM 2007 E RELATA UMA EMOCINANTE EXPERIÊNCIA MINHA NO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO. MOSTRA QUE SER PROFESSOR É MAIS DO QUE DAR AULAS. BOA LEITURA!!!!

Naqueles dias, durante uma "brincadeira" regada a álcool, o menino João, de 13 anos, órfão de pai, matou um colega com uma arma. Desde então, ele e sua família tiveram o rumo de suas vidas mudado para sempre. De menino agitado e travesso, João passou a ser tratado como um sujeito perigoso. Não saiu ileso ao julgamento social, feito à boca miúda, pelas calçadas, portas e praças da cidade pequena, revelando o medo de uma situação incomum, aliado à total descrença nos meios estatais para resolver conflitos e na capacidade de superação de uma criança.


Passou-se algum tempo até que João voltasse para a escola, cumprindo determinação judicial. Na sala dos professores, todos fomos avisados, e um silêncio cheio de dúvidas dominou o ambiente. Nunca a escola tinha lidado com alunos nessas circunstâncias. Mas era nosso papel acolher João.
Ele não era nem uma força da natureza, nem um ser sobrenatural ou inominável. Era apenas um menino
Primeiro dia da volta. Vou para a classe entre confiante e sobressaltada, querendo fazer o meu melhor, mas duvidando da capacidade da escola e da própria justiça para conduzir o caso. Decidi agir naturalmente, procurando conversar com João. Tudo ficaria bem. Afinal, ele não era nem uma força da natureza, nem um ser sobrenatural ou inominável. Era apenas um menino.
Desde o primeiro dia, ele mostrou-se resistente a qualquer tentativa de aproximação. Brigas, confusões e palavrões passaram a fazer parte de nosso cotidiano escolar, agora permeado por insultos e lembranças da infração de João. O medo que os próprios colegas tinham dele só aumentava sua agressividade e incentivava seu isolamento. Para complicar, o garoto tinha duas irmãs menores, que estudavam na mesma escola e também sofriam com as circunstâncias. João era tratado como um problema pela sociedade, pelos colegas, pela família e pela escola. Mas não deixava de ser um menino.
Depois do grande julgamento público, dos olhares de reprovação, do afastamento, fez-se silêncio. João era agora "só mais um caso perdido". Todos pareciam saber qual seria seu futuro. Ninguém esperava muita coisa dele. E ele respondia com exatidão a essas expectativas.
Certo dia, a turma estava mais agitada do que de costume. Quantas vezes fui chamada pela secretaria? Quantas vezes parei a aula, conversei e reocupei aquela classe? Perdi as contas, mas nunca me saiu da memória o olhar de João quando, depois da milésima perturbação, o olhei e lhe disse: "Basta! Será que não basta?" Ele me olhou de volta em silêncio, como quem concorda, e repetiu: "Basta!" Pela primeira vez, senti que havia uma comunicação entre nós. Uma comunicação silenciosa, simples e que, apesar de frágil, foi capaz de resistir à algazarra de crianças que terminavam o dever, minutos antes do intervalo.
Tocou o sinal. A turma saiu, como sempre fazia. João me olhou mais uma vez e saiu. Eu também saí, mas já não era a mesma professora que entrara na sala de aula horas antes. Saía alguém que tinha dito: "Basta de silêncio!".
Vieram, então, as primeiras palavras: a coordenação da escola realizou reuniões, porque era preciso refletir, conversar, discutir, encontrar caminhos, mudar a forma de agir! O que mais a escola podia fazer? João, em liberdade assistida, já estava devidamente matriculado.
A escola cumpria a lei: enviava a freqüência e o aproveitamento escolar do garoto. Tudo direitinho, de acordo com o que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Mas o que mais aquele livrinho poderia fazer por aquele menino? Garantia-lhe o direito de não ficar preso em estabelecimentos prisionais para maiores de 18 anos. No entanto, ele continuava preso ao estereótipo que a sociedade lhe impusera para mantê-lo longe.
Nossa luta para que o ECA não fosse apenas mais um punhado de palavras belas e mortas foi diária .
Chegamos à conclusão de que enviar as listas de freqüência e aproveitamento não era suficiente. Já que queríamos cumprir o ECA, o faríamos integralmente. Que fosse cumprido o artigo 3º e déssemos todas as oportunidades e facilidades de que João precisava para se desenvolver física, mental, moral, espiritual e socialmente "em condições de liberdade e dignidade". Que se combatesse toda forma de discriminação, como prega o artigo 5º do ECA, também em relação a João. Que buscássemos maior participação de sua mãe, também professora, também confusa, também querendo ajudar o filho.
Assim foi feito: reuniões entre os próprios professores e coordenação, a fim de encontrar caminhos; reuniões com João e sua mãe; conversas e acompanhamentos do desenvolvimento dele, de seu comportamento em sala, de sua desenvoltura e relacionamento com os colegas. Principalmente nas aulas de Português e Redação, promovemos discussões sobre o preconceito e a discriminação em qualquer nível, a fim de combater o pensamento determinista sobre o futuro de alguém, a visão opressora e preconceituosa do coletivo. O afastamento e os insultos por parte dos colegas em relação a João e suas irmãs motivaram a aplicação de trabalhos em grupo e de atividades que buscassem a interação e o autoconhecimento.
Mais do que atenção, oferecemos a João amizade e compreensão. A comunicação já não acontecia apenas pelo olhar. Ela se consolidou e perdurou pelo sétimo e oitavo anos do Ensino Fundamental que João cursou naquela escola. Pudemos acompanhar, então, seu progresso lento, porém, seguro, e seu amadurecimento saudável. Nossa luta para que o Estatuto da Criança e do Adolescente não fosse apenas mais um punhado de palavras belas e mortas foi diária. O ECA concretizou-se na vida de João, ao contrário do que ainda acontece hoje com tantas vidas que mal se iniciaram e já são cerceadas pela negação de uma série de direitos.
Hoje João cursa o segundo ano do Ensino Médio, passou por acompanhamento com psicólogos, aprendeu a tocar instrumentos musicais e toca na banda de fanfarra do município. Fico feliz todas as vezes que seus atuais professores falam de seu comportamento e desempenho escolar. João acaba de cumprir medida socioeducativa de prestação de serviços à comunidade, prevista no artigo 117 do ECA, com realização de tarefas junto ao Conselho Tutelar do município. Assim ele vem contribuindo, ainda que indiretamente, para que outras crianças e adolescentes tenham respeitados seus direitos, na escola, na família e na sociedade.

OBS.: OS OUTROS TEXTOS VENCEDORES DESSE CONCURSO, ALÉM DOS COMENTÁRIOS SOBRE ESTE TEXTO PODEM SER ENCONTRADOS NO SITE OFICIAL DO "PRO MENINO", NO SEGUINTE LINK: http://www.promenino.org.br/TabId/77/ConteudoId/39e4350c-dfba-4c87-963a-f2ffaf53e5ec/Default.aspx