terça-feira, 29 de maio de 2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

COMO ESTRELAS NA TERRA - TODA CRIANÇA É ESPECIAL COMPLETO

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore (2011)

c Flying Books of Mr. Morris Lessmore (2011). Ganhador do Oscar de melhor curta de animação em 2011, o filme faz uma bela homenagem à leitura e também a todas as pessoas apaixonadas por livros

Nomeado para o óscar de filme de animação, curta metragem, "The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore," é uma autêntica delícia em 13 minutos. Sem texto mas com uma grande qualidade de argumento, imagem e som, leva-nos para um mundo fantástico na companhia dos livros.
Uma carta de amor aos livros, este filme é sobre o poder curativo dos livros. Porque podemos encontrar nos livros a fonte da juventude!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

LEGAL PROFESSORES: ACHEI NO INSTITUTO CLARO

No portal, disponibilizamos a cartilha "Tecnologias na Escola", que pode ser um guia interessante para o educador que quer aplicar as TICs em sala de aula.

Confira: https://www.institutoclaro.org.br/banco_arquivos/Cartilha.pdf

quarta-feira, 16 de maio de 2012

http://www.4shared.com/office/reIonG7V/Nossa_Lngua_Portuguesa.html?refurl=d1html" target=_blank>file.pps

http://educarparacrescer.abril.com.br/100-erros/


JOGO DOS 100 ERROS DE LÍNGUA PORTUGUESA

http://educarparacrescer.abril.com.br/100-erros/

Reforma Ortográfica - Aula 1 NOVA ORTOGRAFIA BRASILEIRA: PROFESSORES



Enviado por em 22/09/2009

1ª Aula sobre a reforma ortográfica com a professora Lívia Maria Borges Calassa. Vídeo produzido pela Escola de Administração Fazendária (ESAF) do Ministério da Fazenda

VÍDE 2: É O MÁXIMO PROFESSORES !



2ª Aula sobre a reforma ortográfica com a professora Lívia Maria Borges Calassa. Vídeo produzido pela Escola de Administração Fazendária (ESAF) do Ministério da Fazenda.

VÍDEO DA ESAF

 Enviado por em 22/09/2009

2ª Aula sobre a reforma ortográfica com a professora Lívia Maria Borges Calassa. Vídeo produzido pela Escola de Administração Fazendária (ESAF) do Ministério da Fazenda.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Projeto Trilhas - Natura

Projeto Trilhas beneficiará 3 milhões de crianças brasileiras



Enviado por em 16/02/2012

O Projeto Trilhas tem como objetivo desenvolver em crianças de 6 anos as competências e habilidades da leitura e da escrita. Entre 2009 e 2010, com recursos arrecadados pelo Programa Crer para Ver, o projeto atendeu 310 escolas públicas municipais, para as quais foram enviados materiais elaborados para apoiar o trabalho dos professores, no campo da leitura
Neste ano, o Instituto NATURA em parceria com o Ministério da Educação (MEC) ampliará o projeto para cerca de 2.000 municípios, atingindo cerca de 140 mil professores e beneficiando mais de 3 milhões de crianças brasileiras.

terça-feira, 8 de maio de 2012

CONHECEM O FANTÁSTICO MISTÉRIO DE FEIURINHA ?

O autor Pedro Bandeira contraria outro estereótipo do conto de fadas clássico:o da jovem que pode ser bela, seduz o príncipe encantado.No livro, a personagem principal é a menina feia, de quem depende o mundo das fadas para não desaparecer, levando com ele o imaginário representado pela infãncia.

A solução está no afeto, de Gabriel Chalita,

VÀRIOS TIPOS DE PROFESSORES



"Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimos que fazes.
Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive.”


PROFESSOR ARROGANTE
Ele se acha o detentor do conhecimento. Fala de si o tempo todo e coloca os alunos em um patamar de inferioridade. Ao menor questionamento, pergunta quantas faculdades já fez o aluno, se já escreveu algum livro, se já defendeu teses, para se mostrar superior. Gosta de parecer um mito; teima em propalar, às vezes inventando, os elogios que recebe em todos os congressos dos quais participa; conta histórias a respeito de si mesmo para mostrar quanto é competente e querido. Não gosta de ser interrompido, não presta atenção quando algum aluno quer lhe contar um feito seu. Só ele interessa; só ele se basta.
O que se pode dizer é que o professor arrogante tem uma rejeição a si mesmo e não acredita em quase nada do que diz. Como sofre, possivelmente, de complexo de inferioridade, precisa de auto-afirmar usando a platéia cativa de que dispõe: os alunos.

PROFESSOR INSEGURO
Tem medo dos alunos; teme ser rejeitado, não conseguir dar aula, não ser ouvido porque acha que sua voz não é tão boa. Não sabe como passar a matéria apesar de ter preparado tudo; acha que talvez fosse melhor usar outro método; teme que os alunos não gostem de sua forma de avaliação. Começa a aula várias vezes e se desculpa, e pede ainda que esqueçam tudo, e recomeça. Tem receio de que os pais dos alunos não gostem de sua forma de relacionamento com eles, receia também a direção da escola, os outros professores e se vê paralisado, com seu potencial de educador inutilizado.
O medo de fato paralisa e dificulta o crescimento profissional. Apesar de ser um sentimento normal e freqüente, é preciso que seja trabalhado. Um ator quando entra em cena geralmente está tenso, nervoso, mas seu talento consiste em não transmitir essa sensação para a platéia. Ele precisa confiar no que está fazendo e superar a insegurança. Se o professor não acreditar no que diz, será ainda mais difícil ao aluno fazê-lo.

PROFESSOR LAMURIANTE
O professor lamuriante reclama de tudo o tempo todo. Reclama da situação atual do país, da escola, da falta de participação dos alunos, da falta de material para dar um bom curso, do currículo, das poucas aulas que tem para ministrar sua matéria. Passa sempre a impressão de que está arrasado e não encontrar prazer no que faz. Às vezes se aproveita da condição de professor e usa a turma para fazer terapia. Fala do filho, da filha, da empregada, da cozinheira, da ingratidão de amigos etc. Mais uma vez, se trata do abuso da platéia cativa.
A dignidade de um profissional é requisito básico para uma relação de trabalho. No magistério, essa norma é um mandamento, na medida em que o professor trata com pessoas em formação, que não são seus iguais em nenhuma hipótese.

PROFESSOR DITADOR
É aquele que não respeita a autonomia do aluno. Trabalha como se fosse um comandante em batalha; exige disciplina a todo o custo. Grita e ameaça. Não quer um pio, zela pela sala como se fosse um presídio; ninguém pode entrar atrasado nem sair mais cedo; ninguém pode ir ao banheiro, é preciso disciplinar também as necessidades fisiológicas. Dia de prova parece também dia de glória: investiga aluno por aluno, proíbe empréstimo de material, ameaça quem olhar para o lado. Tem acessos de inspetoria higiênica, investiga as unhas das mãos e os cabelos. Grita exigindo silêncio quando o silêncio já reinava desolado na sala.
O professor ditador está perdido na necessidade de poder. Poder e respeito não se impõem, se conquistam. Há determinadas práticas que se perpetuam sem razão; são contraproducentes e muito danosas para o aluno mas, principalmente, fazem muito mal ao professor que as revive.

PROFESSOR BONZINHO
Diferentemente do ditador, o bonzinho tenta forçar amizade com o aluno. Gosta de dizer quanto gosta dos alunos. Traz presentes, dá notas altas indiscriminadamente. Seus alunos decidem se querem a prova com ou sem consulta, em grupo ou individualmente, depois propala sua generosidade. Às vezes ainda tem a audácia de se comparar aos colegas, afirmando que os outros professores não fariam isso. Durante a prova responde as questões para os alunos, para que não fiquem tristes, para que não tirem nota baixa. Concede outra chance e dá outra prova para quem foi mal, idêntica à anterior só para tirar uma nota bem boa. Pede desculpa quando a matéria é muito difícil e só falta pedir desculpa por ter nascido.
A amizade também é um processo de conquista e esse professor acaba sendo motivo de chacota entre os alunos. Tudo o que vem dele parece forçado porque procede de uma carência de atenção e de uma necessidade infantil de aceitação.

PROFESSOR DESORGANIZADO
Esse aparece em aula sem a menor idéia do que vai tratar. Não lê, não prepara as aulas, não sabe a matéria e se transforma em um tremendo enrolador. Sua desorganização é aparente: como não faz planejamento, não sabe o tipo de tarefa que vai propor, então inventa na hora e na aula seguinte não se lembra de cobrar os alunos nem comenta sobre o que havia pedido. Como não sabe o que vai ministrar, põe-se a conversar com os alunos e a discutir banalidades. De repente, para dinamizar a aula, resolve promover um debate: o grupo A defende a pena de morte, o grupo B será contrário à pena de morte, sem nenhum preparo anterior, nenhum subsídio contra ou a favor.
O profissional precisa ter método. A organização é prova do compromisso que ele tem para com os alunos. A improvisação, muitas vezes necessária e enriquecedora, não prescinde do planejamento, como já dissemos.

PROFESSOR OBA-OBA
Tudo é festa! Esse tipo adora as dinâmicas em sala. Projeta muitos filmes, leva algumas reportagens; faz com que os alunos saiam da sala para observar algum fenômeno na rua ou no céu, fala em quebra de paradigmas, tudo conforme pregam os chamados consultores de empresas, mas sem amarração, sem objetividade. A dinâmica pode ser ótima, mas é preciso que o aluno entenda por que ele está fazendo parte daquela atividade. O filme pode ser fantástico, mas se cada dia vier um filme diferente e não houver discussão, aprofundamento, perde-se o sentido. Há aquele professor que gosta de levar música para a sala de aula, comentar uma letra da MPB ou explicar As quatro estações, de Vivaldi. É interessante, desde que não se faça isso sempre, porque os alunos sentem falta do nexo com a matéria que devem aprender. E o que deveria ser um elemento agradavelmente surpreendente se transforma em motivo de chacota.
Esse professor é bem intencionado, não há dúvida. Mas falta-lhe estabelecer com os alunos a relação desses jogos de sensibilização com o conteúdo da matéria que cabe a ele ministrar.

PROFESSOR LIVRESCO
Ao contrário do oba-oba, o professor livresco tem uma vasta cultura. Possui um profundo conhecimento da matéria, mas não consegue relacioná-la com a vida. Ele entende de livros, não do cotidiano. Além disso, não utiliza dinâmica alguma, não muda a tonalidade da voz, permanece o tempo todo em apenas um dos cantos da sala e suas ações são absolutamente previsíveis. Todos sabem de antemão como vai começar e como vai terminar a aula; quanto tempo será dedicado para a exposição da matéria, quanto tempo para eventuais questionamentos. Não importa se o aluno está acompanhando ou não seu raciocínio, ele quer dizer tudo o que preparou para ser dito.
Apesar de ter embasamento, dominar o conteúdo, é necessário aprimorar a forma, trabalhar com a habilidade da didática. Ensaiar mudança na metodologia. Às vezes, o professor livresco piora quando resolve inovar: leva um retroprojetor para a sala, e as lâminas contêm, transcrito, tudo o que vai ler em voz alta. E aquela aula se torna interminável e cansativa.

PROFESSOR "TÔ FORA"
Ele não se compromete com a comunidade acadêmica. Não quer saber de reunião, de preparação de projetos comuns, de vida comunitária. Nem festa junina, nem gincana cultural ou esportiva, nem festa de final de ano. Ele dá sua aula e vai embora. Muitas vezes é até bom professor, mas não evolui sua relação social nem o conteúdo interdisciplinar porque não está presente. Alguns são arrogantes a ponto de achar que não têm o que aprender, que estão acima dos outros professores e portanto não vão ficar discutindo bobagens. Outros estão preocupados com as lutas do dia-a-dia pela sobrevivência e como não estão ganhando para trabalhar em festas juninas, por exemplo, se negam a participar.
O processo educativo é comunitário. O bom ambiente escolar depende da participação de todos. A mudança dos paradigmas ocorre quando cada um dá sua parcela de contribuição e é capaz de permitir que o outro também opine, também participe. Ninguém é uma ilha de excelência que prescinda de troca de experiências.

PROFESSOR DEZ QUESTÕES
Para sua própria segurança, o professor "dez questões" reduz tudo o que ministrou num só bimestre a um determinado número de questões: dez, nove, 15, não importa. Ele geralmente passa toda a matéria no quadro-negro ou em forma de ditado. Quando há livro, pede que os alunos leiam o que está ali e façam resumo ou respondam às questões. Corrige, se necessário, questão por questão. Geralmente as questões não são relacionais, não são críticas. No campo das ciências exatas, o aluno deve decorar as fórmulas para a solução dos problemas. E no fim do bimestre o professor apresenta algumas questões que os alunos devem decorar para a prova. Em sua "generosidade" avisa que dessas dez questões vai usar apenas cinco na prova. Ou alunos decoram ou, se forem mais astutos, colam; acabada a prova, joga-se fora a cola ou joga-se fora da memória aquilo que foi decorado. No outro bimestre, como o ponto é outro, haverá outras dez questões para ser decoradas e assim sucessivamente: a aprendizagem não significou nada a não ser algumas técnicas de memorização e de burla.
É inadmissível que com tantos recursos à disposição um professor se sirva de técnicas antiquadas e sem sentido. Exigir que um aluno decore coisas cujo sentido ele nem percebe, que nem mesmo tornarão a ser mencionadas no decorrer dos estudos, constitui um absurdo que será antes de mais nada constatado pelo próprio aluno.

PROFESSOR TIOZINHO
"Tiozinho", no sentido depreciativo, é aquele professor que gasta aulas e mais aulas dando conselhos aos alunos. Trata-os como se fossem seus sobrinhos, quer saber tudo sobre a vida deles, o que fazem depois da escola, aonde vão, os lugares que freqüentam e emite opiniões em assuntos de cunho privado que absolutamente não competem a ele. O professor tiozinho de sente um pouco psicólogo também, e maus psicólogo, é claro. Começa desde logo a diagnosticar os problemas dos alunos e se acha qualificado para isso.
Geralmente conselho não funciona com aluno. O espaço que o professor dá é aquele que permite ao aluno sentir-se à vontade para conversar, nunca para que se sinta obrigado a expor sua vida privada em sala porque o professor quer ser um "tio" bom. E isso não muda comportamento; a amizade e a confiança não podem ser forçadas, nascem de um movimento natural de convivência saudável.

PROFESSOR EDUCADOR
O professor que se busca construir é aquele que consiga de verdade ser um educador, que conheça o universo do educando, que tenha bom senso, que permita e proporcione o desenvolvimento da autonomia de seus alunos. Que tenha entusiasmo, paixão; que vibre com as conquistas de cada um de seus alunos, não descrimine ninguém, não se mostre mais próximo de alguns, deixando os outros à deriva. Que seja politicamente participativo, que suas opiniões possam ter sentido para os alunos, sabendo sempre que ele é um líder que tem nas mãos a responsabilidade de conduzir um processo de crescimento humano, de formação de cidadãos, de fomento de novos líderes.
Ninguém se torna um professor perfeito, aliás aquele que se acha perfeito, e portanto nada mais tem a aprender, acaba de transformando num grande risco para a comunidade educativa. No conhecimento não existe o ponto estático - ou se está em crescimento, ou em queda. Aquele que se considera perfeito está em queda livre porque é incapaz de rever seus métodos, de ouvir outras idéias, de tentar ser melhor..

o Reis)··(Esse trecho faz parte do livro Educação - A solução está no afeto, de Gabriel Chalita, Editora Gente)”..

paraiso.etfto.gov.br/docente/admin/.../material_7c7e3fba42.pdf

ENCONTREI ESSE LINK : UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE COMO TRABALHAR O ARTIGO DE OPINIÃO PASSO A PASSO.
ÓTIMO, PARA QUEM VAI  TRABALHAR COM AS OLÍMPIADAS DE LINGUA PORTUGUESA

paraiso.etfto.gov.br/docente/admin/.../material_7c7e3fba42.pdf

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Poesia é... brincar com as palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brinca... de José Paulo Paes



ESTRATÉGIAS PARA ENSINAR LEITURA E ESCRITA DE POESIAS

1.Textura                                          

                               1.1. Recursos fónicos

                               1.2. Recursos ritmicos

                               1.3. Recursos gramaticais

2. Semântica                    

                                2.1. Significado dos Recursos fónicos

                               2.2. Significado dos Recursos ritmicos

                               2.3. Significado dos recursos gramaticais

3. Técnico-composositivo          

                               3.1.Relação entre conteúdo e expressão

4. Semântico-pragática               

                               4.1.Conotação geral do texto

5.Para a criação da poesia :

Iniciar com pares  palavras soltas que rimem , como por exemplo:CORAÇÃO/REVELAÇÃO e dar asas ao aluno a fim de que ele crie novos pares.6. Sentido Conotativo e Denotativo



POR QUÊ ENSINAR A LER POESIA ?

 . Manifestação de sentimentos . - A poesia é uma “forma de expressão que apela simultaneamente às dimensões cognitiva, emotiva e sensorial (…) (Neves, 2002, 54);

          - A poesia “pode e deve servir de modelo na aprendizagem das modalidades de formulação e expressão do pensamento e do conhecimento, dos afectos e das emoções (Mourão, 2002, 76“a poesia ensina a ler. Quem não souber isto, não está em condições de ensinar a ler poesia (Rubim, 2002, 28);

          “implica e mobiliza as quatro operações em que praticamos a língua: falar e ouvir – ler e escrever; ou falar e escrever – ler e ouvir” (Gusmão, 2002, 51);

          a poesia educa a sensibilidade e o gosto (Neves, 2002).

constitui uma componente fundamental da tarefa da razão humana de tornar o universo em que vivemos compreensível para nós (Poper, 1999, 63);

          constitui-se como uma convocação à compreensão, à imaginação e à criatividade, contribuindo assim para a humanização e para a contínua construção da civilização;

          (…) proporciona algum entretenimento, bem como um resultado positivo ao nível da competência linguística e do acréscimo de cultura geral, e sobretudo possibilita uma catarse (ou libertação interior, se quiserem) (Amaral, 2002, 17-18).

           

          “uma actividade decisiva na vida dos alunos, na medida em que (…) permite (…função primordial, que é a de formar homens livres e cidadãos capazes de um juízo autónomo;

          ) um discernimento do mundo e um posicionamento perante a realidade” (Zilberman, 1987, 27);

          “contribuindo para entender a língua em que se pensa e fala como jogo, espaço de exploração, de liberdade, lugar de fantasia e fruição” (Sousa, 2005, 89);.

           

          como uma responsabilidade na preservação e na construção da pessoa e como legado civilizacional (Sallenave, 1995);

          “entendendo-se como linguisticamente normativos, são também representativos de uma identidade cultural que se pretende apurar e aprofundar” (Reis, 1997, 37);

          instrumento poético e educativo fundamental para a preservação e construção da identidade.

          VALOR EDUCATIVO

          . desenvolve a compreensão;

          desenvolve o sentido estético;

          desenvolve a sensibilidade afectiva e relacional;

desenvolve a comunicação oral e escrita

VALOR INTRÍNSECO



          é uma forma especial de conhecimento (entendimento);

          condensa recursos estilísticos (rima, metáforas, etc.) únicos;

          capta e expressa a realidade como nenhum outro tipo de texto;

          é um género literário com uma beleza única.

           

 VALOR LÚDICO / UTILITARISTA



        possibilita uma educação divertida;

          é muito útil para ajudar à memorização;

          ajuda a criar um bom clima de sala de aula;

          motiva os alunos.

           

DEFIINDO POESIA

que reúne um conjunto de características específicas

como o verso, o ritmo, a musicalidade, a rima, a instrumentação verbal, a articulação e figuras de estilo

que se apresentam separadas ou articuladas

de maneira orgânica,

e na qual se observa uma densidade particularde comparações, de metáforas, de imagens e de significados

 que captam a realidade das coisas, dos acontecimentos

e das pessoas de modo não meramente informativo,

 envolvendo o entendimento, a fruição estética e apelando em simultâneo para o universo da emoção e dos sentimentos



“Não me venha quem quer que seja
com a história da inspiração,
quanto mais não seja
porque a própria poesia se aprende”.

(Ruy Belo).



“É preciso ensinar a poesia porque embora,

como qualquer outra actividade,

ela tenha aspectos inatos,

é também uma coisa que se aprende”.

(Ruy Belo)

.

sábado, 5 de maio de 2012

DICA PARA TRABALHAR O GÊNERO "MEMÒRIAS" DAS OLIMPÌADAS DE LINGUA PORTUGUESA

Sinopse e detalhes

Somente uma ameaça à própria existência pode mudar a rotina dos habitantes do pequeno vilarejo de Javé. É aí que eles se deparam com o anúncio de que a cidade pode desaparecer sob as águas de uma enorme usina hidrelétrica. Em resposta à notícia devastadora, a comunidade adota uma ousada estratégia: decide preparar um documento contando todos os grandes acontecimentos heróicos de sua história, para que Javé possa escapar da destruição. Como a maioria dos moradores são analfabetos, a primeira tarefa é encontrar alguém que possa escrever as histórias.

MUITO BOM PARA TRABALHAR COM O GÊNERO MEMÒRIAS.

GENTE, PASMEI COM ESTAS AFIRMAÇÔES

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O QUE ESTES LIVROS NOS DIZEM ???

A  FADA QUE TINHA IDEIAS ( Fernanda Lopes de Almeida)

POR QUÊ TRABALHÁ-LO NA SALA DE AULA ?

A personagem Clara Luz que, insatisfeita com o papel convencional usualmente atribuído a seres como ela, permanentemente inventa novidades.no inicio da história, a pequena fada é advertida pelos adultos que julgam inadequado seu comportamento; na sequência, porém, ela demonstra que suas atitudes são válidas para si mesma e todo o grupo, vindo a representar a vontade de as crianças  serem respeitadas pelos mais velhos.

DIREITOS IMPRESCRITÍVEIS DO LEITOR

O DIREITO DE NÃO LER.
O DIREITO DE PULAR PÁGINAS.
O DIREITO DE NÃO TERMINAR O LIVRO.
O DIREITO DE RELER..
O DIREITO DE LER QUALQUER COISA.
O DIREITO AO BOVARISMO ( DOENÇA TEXTUALMENTE TRANSMISSÍVEL ).
O DIREITO DE LER EM QUALQUER LUGAR.
O DIREITO DE LER UMA FRASE AQUI E OUTRA ALI..
O DIREITO DE LER EM VOZ ALTA .
O DIREITO DE CALAR.

Daniel Pennac ( Como um Romance )

terça-feira, 1 de maio de 2012

ESPECIAL NOVA ESCOLA : INCRÍVEL PROFESSORES

#ESPECIAL Tudo sobre leitura

 Formar leitores é uma tarefa que começa antes mesmo da alfabetização e se estende por toda a vida escolar. Pensando nisso, preparamos um especial com tudo o que você precisa saber sobre leitura! Confira reportagens, vídeos e planos de aula desenvolvidos especialmente para ajudar você a despertar em seus alunos o gosto pelos livros e garantir que eles consigam ler e entender os mais diversos tipos de texto. BOA LEITURA! http://abr.io/leitura